Embora seja uma resina fóssil - orgânica, portanto -, o âmbar é considerado uma gema. Essa resina é produzida por vegetais - sobretudo pelos pinheiros às margens do Mar Báltico - para proteger a árvore contra ataques de insetos. Grande parte dela cai na água e é levada pelo mar. Depois de milênios, o Mar Báltico devolve essa mesma resina na forma de "gemas" cujos tons variam do preto ao branco, passando por várias gamas de amarelos translúcidos e opacos, bem como por alguns tons de verde. Análises científicas comprovam que o âmbar originário do Mar Báltico é o melhor âmbar produzido pela natureza. O uso do âmbar faz bem à saúde física e mental.
PROPRIEDADES TERAPÊUTICAS DO ÂMBAR:
- estimula as defesas imunológicas, favorecendo o processo de auto-cura. Na Idade Média, por exemplo, a queima do âmbar era feita para combater micróbios e virus em épocas de peste. - purifica, auxiliando em casos de infecção das vias respiratórias, bem como em casos de problemas na garganta, boca e pescoço, como dores de dente, laringite e faringite. Desde a Antiguidade acredita-se que o uso de um objeto de âmbar poderia curar tais infecções, dentre outras. -acalma, trazendo efeitos benéficos ao sono e ao dia-a-dia. - protege contra energias nocivas externas, como tensões eletromagnéticas e humanas, eliminando também energias nocivas de quem o porta. - auxilia em casos de dores articulares e musculares.
Tais propriedades terapêuticas do âmbar devem-se, sobretudo, à sua capacidade de magnetismo e ao ácido succinico, presente em grande quantidade no âmbar do Báltico. O ácido succinico é largamente usado na medicina graças a suas propiedades capazes de beneficiar o sistema nervoso, rins, intestinos, sistema imunológico, respiração, etc., além de auxiliar no tratamento de anemia, doenças cardiovasculares, tireóide, resfiados, dentre outros. É também um ácido antibactericida, entiespasmódico e antioxidante.